Pois é.. Vocês provavelmente já sabem sobre o que eu vou falar hoje né? A mais linda história de amor!
Era uma vez um cara chamado Romeu que conheceu a Julieta, menina direita, de boa índole e que sabia cozinhar e passar roupa...
Não.. Não é dessa história que eu estou falando..
O Palácio da Coroa, vulgo Taj Mahal, começou como uma história de amor e hoje em dia é um hino cantado nos quatro cantos do Brasil... Pepepepe peperepere Pe!!
Fotos e história vocês podem ver em muitos websites, mas vou contar aqui a experiência vida loka que tivemos neste último domingo.
Domingo, 8 da madrugada...
Saímos com um carro meio híbrido.. Quando você olha de fora é uma mini-van, quando olha de dentro é metade um carro normal e confortável e a outra metade uma traseira de Jeep desconfortável...
O time: Motorista e Annant (indiano) na frente; Apurva (indiana), Gabi e Grazi (brasileiras) no meio de campo; Soukina (Marrocos), João e eu fechando a zaga...
A viagem começou legal, até falarem para o Annant colocar música.. Acho que ouvimos uns 3 segundos de cada uma das 5 mil musicas do ipod em cerca de 2 minutos.. Gente boa!!
Depois de um tempo conseguimos convencer ele de deixar em uma musica..
Depois de cortar muitos carros/motos/pessoas/vacas e afins, chegamos na rodovia. E lá fomos nós a caminho de Agra, cerca de 240 km de Jaipur.
Paramos algumas (10 mil) vezes para esticar as pernas, ou sei lá o que o motorista fazia para parar tanto...
| Na jaula... |
| Uma das paradas sem sentido |
| #FAIL |
Chegamos! Sim, foram 240km em 4 horas, em pista dupla!!! Aparentemente tudo aqui leva mais tempo que o normal. Ou talvez este seja o normal e anormais somos nós, que vivemos correndo contra o tempo. Quem sabe...
De qualquer forma, chegamos, mas ainda demoramos mais uma meia hora ou mais para chegar no Taj Mahal. Eu falei que ia ser vida loka né? Pois é, nosso motorista não sabia chegar no local e ficou parando para pedir informação várias vezes. Ah, e quando eu digo parar é no meio da rua mesmo...
Como sabíamos que ficaríamos umas 3/4 horas para visitar tudo, decidimos comer antes de entrar. Finalmente provei a comida indiana!! E achei deliciosa! Tudo bem que pedimos o que tinha de menos apimentado no cardápio, mas é muito saborosa e diferente da comida brasileira. Eu sabia que iria gostar da culinária indiana, mas não imaginei que seria amor a primeira mordida...
Murg do Plaza – Frango +/- apimentado
Panner Makhani – Queijo parecido com o minas em um molho de curry
Matter Pulao – Arroz com ervilhas e temperos
Roti – algo parecido com aquele pão sírio bem fino
Lá pelas uma e tantas..
(Finalmente) Entramos! Como era um domingo estava extremamente lotado, e não só com turistas branquelos como eu, uns 90% eram indianos.
Motivo: Rs 20 (US$ 0,50) para um indiano entrar, Rs 750 (cerca de US$ 17) para um turista. Acho mais que justo, já que é um patrimônio do país.
Está ai um jeito simples de se promover o turismo no Brasil...
| Portão de entrada |
“A obra foi feita entre 1630 e 1652 com a força de cerca de 20 mil homens, trazidos de várias cidades do Oriente, para trabalhar no sumptuoso monumento de mármore branco que o imperador Shah Jahan mandou construir em memória de sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam, a quem chamava de Mumtaz Mahal ("A jóia do palácio"). Ela morreu após dar à luz o 14º filho, tendo o Taj Mahal sido construído sobre seu túmulo, junto ao rio Yamuna.
Assim, o Taj Mahal é também conhecido como a maior prova de amor do mundo, contendo inscrições retiradas do Corão. É incrustado com pedras semipreciosas, tais como o lápis-lazúli entre outras. A sua cúpula é costurada com fios de ouro. O edifício é flanqueado por duas mesquitas e cercado por quatro minaretes.”
| Brasil e Marrocos |
| João, Diretor de Comunicação da AIESEC em Joinville em 2010. Atualmente, tem a sorte de ser meu colega de trabalho e a oportunidade de aprender muito comigo... |
| Taj Mahal |
A única construção que não é simétrica no complexo de palácios é o túmulo do Shah Jahan, que fica ao lado do de sua esposa, dentro do Taj Mahal. Entre todos os palácios existe total simetria.
| Mesquita à esquerda |
| Mesquita à direita |
| Jardins e Portão de Entrada ao fundo |
“Um sem-fim de histórias descrevem, muitas vezes com detalhes horripilantes, a morte, desmembramento e mutilação que Shah Jahan teria infligido a vários artesãos relacionados com a construção do mausoléu. Talvez a história mais repetida é a de que como o imperador teve à sua disposição os melhores arquitetos e decoradores, depois de completar o seu trabalho fazia-os cegar e cortar as mãos para que não pudessem voltar a construir um monumento que igualasse a superioridade do Taj Mahal. Nenhuma referência respeitável permite assegurar estas hipóteses, na qual alguns creem, por outro lado, que fosse uma prática bastante comum em relação a alguns grandes monumentos da Antiguidade.”
Parabéns Shah Jahan, você conseguiu...
Resposta para a Bel - É infinitamente mais bonito pessoalmente. Com certeza câmera nenhuma consegue captar toda a beleza deste lugar, nem mesmo as bazucas dos japoneses.
Espero que meus filhos queiram conhecer o Taj em vez do castelo da Disney! Além de economizar muito dinheiro eles ainda vão ver este lugar lindo hehehe
Resposta para a Bel - É infinitamente mais bonito pessoalmente. Com certeza câmera nenhuma consegue captar toda a beleza deste lugar, nem mesmo as bazucas dos japoneses.
Espero que meus filhos queiram conhecer o Taj em vez do castelo da Disney! Além de economizar muito dinheiro eles ainda vão ver este lugar lindo hehehe